Eu quero mais do que sinto
Mais do que sou
Penso no que faço, sinto o que vejo
Alcanço o futuro atraves do passado
Viajo no tempo sem ao menos pensar
O amanhã já chegou, eu quero o futuro
Quem sabe amanhã
anotações de caderno antigo 1
domingo, 2 de março de 2008
Rimados
Eu não sei, ninguem sabe
Ninguem nunca me explicou
Como pode alguem sobreviver depois que amou?
Após ter seu coração cheio a ponto de explodir
De sempre se sentir sozinho sem a presenca do amado
Mesmo tendo sempre alguem ao seu lado?
---------------------------------------------------------
É o máximo que arrisco em rimas.
Melhor parar por aqui.
;^)
Ninguem nunca me explicou
Como pode alguem sobreviver depois que amou?
Após ter seu coração cheio a ponto de explodir
De sempre se sentir sozinho sem a presenca do amado
Mesmo tendo sempre alguem ao seu lado?
---------------------------------------------------------
É o máximo que arrisco em rimas.
Melhor parar por aqui.
;^)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Juramento
Farei valer
Cada segundo de espera
Cada momento sem minha presenca
Cada palavra não dita
Cada beijo não dado
Cada toque não realizado
Cada encontro não possivel
Cada pensamento não compartilhado
Cada olhar
"De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento."
Cada segundo de espera
Cada momento sem minha presenca
Cada palavra não dita
Cada beijo não dado
Cada toque não realizado
Cada encontro não possivel
Cada pensamento não compartilhado
Cada olhar
"De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento."
Corpo
E então
o meu se juntou ao seu
Como se nunca tivessem sido separados
Misturando-se, amando voluntariamente
Agora já não sei como era antes
o seu sempre fez parte do meu
o meu vivia sem uma parte
Agora eu nasço e morro continuamente
Nascendo ao me completar
Morrendo ao me distanciar
o meu se juntou ao seu
Como se nunca tivessem sido separados
Misturando-se, amando voluntariamente
Agora já não sei como era antes
o seu sempre fez parte do meu
o meu vivia sem uma parte
Agora eu nasço e morro continuamente
Nascendo ao me completar
Morrendo ao me distanciar
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Anti-Meteoro
Ou a pedra que se apaixonou por uma estrela.
Ninguém pode me parar agora.
Daqui vou para o infinito.
Pra cima, pra cima.
Para o sem-fim.
Tudo que me prendia está caindo aos poucos.
Não suporta a luz que emano agora.
Não quero saber de mais nada.
Nada disso me pertence.
Pra cima, pra cima.
Até onde vou?
Não quero saber.
Minhas mascaras estão a cair devagar.
Estou recuperando meu rosto.
Recordando a alegria.
A verdade.
Minha pele queima e se regenera.
O mundo é vermelho e preto.
Estou nascendo novamente.
Renascido em chamas.
Não quero saber.
Pra cima, pra cima.
Até onde vou?
Quando olharem pra cima verão um anti-meteoro.
Queimando e subindo, no exato oposto.
Uma estrela ascendende.
Até o céu.
E me postarei no firmanento entre deuses e guerreiros.
Do lado da minha estrela, o meu combustível.
A estrela que iniciou minha ascensão.
Lá não podem me alcançar.
Até onde vou?
Não quero saber.
Pra cima, pra cima.
Ninguém pode me parar agora.
Daqui vou para o infinito.
Pra cima, pra cima.
Para o sem-fim.
Tudo que me prendia está caindo aos poucos.
Não suporta a luz que emano agora.
Não quero saber de mais nada.
Nada disso me pertence.
Pra cima, pra cima.
Até onde vou?
Não quero saber.
Minhas mascaras estão a cair devagar.
Estou recuperando meu rosto.
Recordando a alegria.
A verdade.
Minha pele queima e se regenera.
O mundo é vermelho e preto.
Estou nascendo novamente.
Renascido em chamas.
Não quero saber.
Pra cima, pra cima.
Até onde vou?
Quando olharem pra cima verão um anti-meteoro.
Queimando e subindo, no exato oposto.
Uma estrela ascendende.
Até o céu.
E me postarei no firmanento entre deuses e guerreiros.
Do lado da minha estrela, o meu combustível.
A estrela que iniciou minha ascensão.
Lá não podem me alcançar.
Até onde vou?
Não quero saber.
Pra cima, pra cima.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Fé/Sete Cidades
Eu acredito em você.
Acredito em mim.
Acredito em nos.
Somos mais fortes juntos.
Já me acostumei com a sua voz, seu rosto.
Longe de voce, sinto falta de mim mesmo.
Eu acredito em você.
Acredito em mim.
Acredito em nos.
Voce é capaz de me fazer rir,
De me fazer pensar.
E eu não paro.
Eu acredito em você.
Acredito em mim.
Acredito em nos.
Nem tudo faz sentido,
Não entendo o que sinto.
O que importa é que sinto.
Acredito em mim.
Acredito em nos.
Somos mais fortes juntos.
Já me acostumei com a sua voz, seu rosto.
Longe de voce, sinto falta de mim mesmo.
Eu acredito em você.
Acredito em mim.
Acredito em nos.
Voce é capaz de me fazer rir,
De me fazer pensar.
E eu não paro.
Eu acredito em você.
Acredito em mim.
Acredito em nos.
Nem tudo faz sentido,
Não entendo o que sinto.
O que importa é que sinto.
domingo, 6 de janeiro de 2008
Alegria
Alegria.
Alegria é saber.
Saber que um dia você chorou por mim.
Mesmo que eu nunca quisesse ter te visto assim.
Alegria é ver.
É te ver ao meu lado.
Ver a cor de seus olhos.
E lembrar que sempre estarei bem enquanto eu puder vê-los.
A minha alegria é você.
Seu jeito de ser, de viver.
Seu jeito de fingir que não sabe.
Alegria é dizer.
Dizer que você não sai da minha cabeça.
Isso me faz bem.
E eu não quero que termine. Nunca.
Alegria é saber.
Saber que um dia você chorou por mim.
Mesmo que eu nunca quisesse ter te visto assim.
Alegria é ver.
É te ver ao meu lado.
Ver a cor de seus olhos.
E lembrar que sempre estarei bem enquanto eu puder vê-los.
A minha alegria é você.
Seu jeito de ser, de viver.
Seu jeito de fingir que não sabe.
Alegria é dizer.
Dizer que você não sai da minha cabeça.
Isso me faz bem.
E eu não quero que termine. Nunca.
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